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Prefácio: O Palco é Nosso

Eu não sei se a vida tem um sentido dado por Deus, pelo cosmos ou pelo acaso. Só sei que ela é minha enquanto dura. E eu decidi encará-la como um grande teatro – onde sou protagonista, coautor e, às vezes, plateia assustada. Aqui, minhas escolhas pintam o cenário, minhas quedas viram reviravoltas, e minha felicidade... bem, ela é uma atriz teimosa, que some quando a chamamos demais, mas surge nos momentos mais inesperados.

Neste livro, eu falo da minha verdade. Jesus, Buda e a ciência entram como coadjuvantes, mas o enredo é o que eu vivo, sinto e aprendi. Se você também já se perguntou "Por que cargas d’água estou aqui?", talvez a gente compartilhe do mesmo script.

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Capítulo 1: A Vida é Um Palco sem Roteiro Fixo

Para mim, a vida é um teatro do absurdo – sem ensaios, com atores despreparados e plateias que vão embora antes do terceiro ato. Às vezes é comédia, às vezes tragédia, mas sempre imprevisível.

E eu? Eu digo que a vida é minha única chance de brilhar no escuro. Não importa se o universo tem um plano ou se tudo é caos. Enquanto eu estiver aqui, vou lutar pelo meu protagonismo.

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Capítulo 2: Viver é Escrever a Própria Lenda (Sabendo que o Fim Vem)

Viver, para mim, é fazer escolhas que valham a pena ser lembradas – nem que seja só por mim mesmo. Não acredito em destinos, mas em rascunhos que a gente vai ajustando no caminho.

Por Que Vivemos?

E eu? Vivemos porque a alternativa (não-viver) é muito chata. E se tudo acaba na morte, então que pelo menos a jornada seja intensa, sincera e sem arrependimentos.

O Sentido?

O sentido é inventado, não descoberto. Eu escolho o meu:

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Capítulo 3: A Felicidade é Uma Fera Selvagem (E Eu Gosto de Correr Riscos)

Eu não quero uma felicidade fácil. Quero a que arde, a que vem e vai, a que exige coragem.

E eu?

A felicidade é um estado de guerra e paz.

Ela não é constante. Ela é minha – feita de riscos, cervejas com amigos, noites em claro e manhãs silenciosas.

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Capítulo 4: Reflexões Finais (Ou Seriam Iniciais?)

Se eu morresse amanhã, gostaria de ter certeza de:

  1. Vivi no meu limite – nem sempre certo, mas sempre intenso.
  2. Amei sem medo – mesmo que algumas pessoas não merecessem.
  3. Fui eu – sem máscaras, sem desculpas.

A morte não me assusta. O que me assusta é chegar lá e pensar: "Por que não tive coragem?"

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Epílogo

Últimas Palavras: O Amanhecer é Sempre um Recomeço

Cada dia (Akatsuki) é um novo ato nessa peça sem sentido. Eu não sei se Deus, o cosmos ou o vazio estão assistindo. Mas eu estou. E enquanto eu respirar, vou aplaudir minha própria coragem de continuar.

E você? Já decidiu como vai encenar sua história hoje?

🔥 "Não há ensaio. Esta é a vida."